segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Leis da Espiritualidade na Índia


Na Índia se ensina as quatro Leis da Espiritualidade.

A primeira lei diz:
“A pessoa que chega é a pessoa certa”.
Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que possamos aprender e evoluir em cada situação.

A segunda lei diz:
“O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido”.
Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo, o detalhe mais insignificante!
Não existe: “se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...” Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante.
Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A terceira lei diz:
“Qualquer momento que algo se inicia é o momento certo.”
Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início.

A quarta e última lei diz:
“Quando algo termina, termina!”
Simplesmente assim! Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução. Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência.
Creio que não é por acaso que você está lendo essa mensagem. Se esse texto chega até nós hoje é porque estamos preparados para entender que nenhum grão de areia, em momento algum cai no lugar errado.


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Arrumar a Bagunça


A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça.

Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curta, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto.
Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento.

Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.

Caio Fernando Abreu
http://dosediariadepoesia.blogspot.com.br/2011/01/arrumar-bagunca.html