quinta-feira, 4 de julho de 2013

O QUE É MEDIUNIDADE DE CURA?

É o tipo de mediunidade em que o médium pratica as chamadas curas espirituais ou cirurgias espirituais. Esses médiuns podem, com a ajuda direta ou indireta dos espíritos, abrir o caminho para aliviar e curar uma pessoa. Dizemos “abrir o caminho” porque ninguém pode curar alguém que não deseje ser curado ou que possua um forte carma que o obrigue a passar pelo estado de doença.

“Médiuns curadores – Os que têm o poder de curar ou de aliviar os males pela imposição das mãos ou pela prece. Esta faculdade não é essencialmente mediúnica, pois todos os verdadeiros crentes a possuem, quer sejam médiuns ou não. Frequentemente não é mais do que a exaltação da potência magnética, fortalecida em caso de necessidade pelo concurso dos Espíritos bons” diz Allan Kardec em O Livro dos Médiuns.

Existem dois tipos principais de mediunidade de cura. A mediunidade de cura passiva e a ativa. Na mediunidade ativa os espíritos podem ser, eles mesmos, os agentes principais da cura, ou podem apenas auxiliar um processo que é conduzido ativamente pelo médium. Por exemplo, casos em que o médium doa seu magnetismo a uma pessoa e há espíritos auxiliando com uma doação extra de energia curativa tem a participação ativa do médium.

Mas o médium também pode participar passivamente, realizando aquilo que chamamos de mediunidade passiva de cura. Neste caso, ele apenas cede seu veículo físico ao espírito, que incorpora no médium, assumindo suas funções e movimentos, e o próprio espírito realiza a cura. Aqui o médium se encontra passivo e na maioria das vezes inconsciente, enquanto o espírito faz todo o trabalho.

A mediunidade de cura ativa e passiva pode ser ainda de dois tipos principais: com intervenções físicas e sem intervenções físicas. No primeiro caso, o médium incorpora um espírito que, utilizando-se de objetos físicos como facas, tesouras, agulhas, pomadas, ervas, e outros tipos de materiais, trata o atendido. A cura sem intervenção física usa apenas a incorporação do espírito com a energia curativa emanando do espírito através do médium. Tanto a intervenção física quanto a não-física podem ser chamadas de cirurgia espiritual. Existem as cirurgias espirituais físicas, com cortes e as psíquicas, ou não-físicas, que são naturalmente sem cortes.

No caso de um curador utilizar apenas a imposição de mãos para tratar um doente, esse processo não pode ser considerado mediúnico, posto que não há aí uma ação direta de nenhuma entidade, e todo o processo ocorre pela atuação do médium. Isso não significa, contudo, que os espíritos de luz não estejam agindo a partir dos planos espirituais em benefícios do doente, mas não há, neste caso, a ideia da intervenção necessária entre o médium e o espírito. Neste caso, uma pessoa que aplica um passe magnético num centro espírita não está exercendo uma função mediúnica, mas está utilizando um fluido próprio, que integra o potencial curativo do seu organismo e do seu perispírito, e transmitindo a outros.

Da mesma forma ocorre no Reiki, No Johrey, na cura prânica, na polaridade, e em outras técnicas de cura por imposição de mãos. O Reiki possui uma ligeira diferença diante de outras abordagens do gênero: a energia irradia pelas mãos do curador não pertence ao mesmo, mas é proveniente de uma fonte cósmica, de onde jorra uma energia inesgotável e sutil, que é captada pelo reikiano pela simples intenção de se impostar as mãos e transmitir a energia cósmica.

A transmissão da energia magnética não passa de um indivíduo ao outro apenas pela imposição de mãos, ela também pode ser irradiada pelo olhar, por um gesto, pela simples presença e também a distância, não importa o quão longe esteja o curador do atendido.

Existem indivíduos que tem o dom da cura, e trazem as habilidades de cura de outras existências passadas. Outros curadores, no entanto, podem receber o treinamento adequado e se tornarem curadores. O Reiki é um bom exemplo de técnica de formação de curadores. Qualquer pessoa que passe pela iniciação do primeiro grau do sistema Usui de Cura Natural pode se tornar um curador. Outros, porém, podem não precisar de nenhuma preparação, e já terem sido treinados em vidas passadas, em escolas esotéricas e treinamentos em templos da antiguidade, onde se praticavam os ritos mistéricos.

Há um terceiro caso em que um espírito, antes de encarnar, aceita a missão de ser, na Terra, um médium de cura, e para isso ele precisa apenas ser um bom veículo de expressão para que os espíritos de luz trabalhem nele, a fim de levar a cura a milhares de indivíduos e expandir a espiritualidade. Os espíritos que escolhem essa missão na maioria das vezes possuem um débito kármico considerável. Por esse motivo, a providência divina os concede a oportunidade de se tornarem canais de cura dos espíritos superiores, para que assim possam reparar uma parte, ou até mesmo a totalidade do mal que fizeram em vidas passadas.

Dizem que a mediunidade é um karma, e isso está bastante correto. Os médiuns são, muitas vezes, os maiores devedores da espiritualidade. Mas Deus, em sua infinita bondade e sabedoria, concede o instrumento da mediunidade para o resgate destes espíritos no amor e na caridade, seguindo as leis divinas e se tornando um instrumento do plano divino aliviando a dor de milhares ou centenas de milhares de espíritos em estado de sofrimento.

Uma das grandes provações do médium de cura é não se deixar levar pelas tentações do orgulho e da vaidade. Quando o médium começa a ser solicitado, admirado, requisitado, começa a ser muito falado, fica famoso e muitos começam a adorá-lo como um ídolo, seu ego pode atrapalhar sua missão, e há uma grande chance dele cair, estragar tudo e perder uma valiosíssima oportunidade de redimir seu karma e, o mais importante, ajudar pessoas e participar ativamente da obra de Deus no mundo. Há muitos médiuns de cura que caíram por sua vaidade e perderam a oportunidade de expandir ainda mais seu trabalho. Quando isso ocorre, a plêiade de espíritos que o acompanhavam em sua missão deve procurar outro veículo disponível para o mesmo tipo de trabalho.

Os médiuns de cura mais conhecidos são:

Arigó: Foi o primeiro médium do Dr. Fritz.

João Berbel: Um médium de cura espírita que incorpora as entidades e faz cirurgias espirituais sem cortes.

João de Deus: Médium de Abadiânia que trabalha com cirurgias espirituais há quase 55 anos. Conhecido e aclamado no mundo inteiro por suas curas.

Waldemar Coelho: Médium que incorpora diversas entidades de médicos do espaço. Homem muito humilde e de bom coração. Trabalha há muitos anos ajudando as pessoas.

Edson Queiroz: Outro médium muito famoso do Dr. Fritz. Era médico e realizava cirurgias espirituais.

Rubens Faria: Também médium do Dr. Fritz. Ficou famoso realizando suas cirurgias espirituais no Rio de Janeiro no final dos anos 90. Ficou conhecido mundialmente e depois se afastou dos holofotes.

Kleber Aram: O mais famoso médium do Dr. Fritz da atualidade. Um médium humilde, também terapeuta holístico, que atende principalmente em alguns Estados do Nordeste do Brasil. Médium muito aclamado pelas massas.

Foto: O QUE É MEDIUNIDADE DE CURA?

É o tipo de mediunidade em que o médium pratica as chamadas curas espirituais ou cirurgias espirituais. Esses médiuns podem, com a ajuda direta ou indireta dos espíritos, abrir o caminho para aliviar e curar uma pessoa. Dizemos “abrir o caminho” porque ninguém pode curar alguém que não deseje ser curado ou que possua um forte carma que o obrigue a passar pelo estado de doença.

“Médiuns curadores – Os que têm o poder de curar ou de aliviar os males pela imposição das mãos ou pela prece. Esta faculdade não é essencialmente mediúnica, pois todos os verdadeiros crentes a possuem, quer sejam médiuns ou não. Freqüentemente não é mais do que a exaltação da potência magnética, fortalecida em caso de necessidade pelo concurso dos Espíritos bons” diz Allan Kardec em O Livro dos Médiuns.

Existem dois tipos principais de mediunidade de cura. A mediunidade de cura passiva e a ativa. Na mediunidade ativa os espíritos podem ser, eles mesmos, os agentes principais da cura, ou podem apenas auxiliar um processo que é conduzido ativamente pelo médium. Por exemplo, casos em que o médium doa seu magnetismo a uma pessoa e há espíritos auxiliando com uma doação extra de energia curativa tem a participação ativa do médium.

Mas o médium também pode participar passivamente, realizando aquilo que chamamos de mediunidade passiva de cura. Neste caso, ele apenas cede seu veículo físico ao espírito, que incorpora no médium, assumindo suas funções e movimentos, e o próprio espírito realiza a cura. Aqui o médium se encontra passivo e na maioria das vezes inconsciente, enquanto o espírito faz todo o trabalho.

A mediunidade de cura ativa e passiva pode ser ainda de dois tipos principais: com intervenções físicas e sem intervenções físicas. No primeiro caso, o médium incorpora um espírito que, utilizando-se de objetos físicos como facas, tesouras, agulhas, pomadas, ervas, e outros tipos de materiais, trata o atendido. A cura sem intervenção física usa apenas a incorporação do espírito com a energia curativa emanando do espírito através do médium. Tanto a intervenção física quanto a não-física podem ser chamadas de cirurgia espiritual. Existem as cirurgias espirituais físicas, com cortes e as psíquicas, ou não-físicas, que são naturalmente sem cortes.

No caso de um curador utilizar apenas a imposição de mãos para tratar um doente, esse processo não pode ser considerado mediúnico, posto que não há aí uma ação direta de nenhuma entidade, e todo o processo ocorre pela atuação do médium. Isso não significa, contudo, que os espíritos de luz não estejam agindo a partir dos planos espirituais em benefícios do doente, mas não há, neste caso, a ideia da intervenção necessária entre o médium e o espírito. Neste caso, uma pessoa que aplica um passe magnético num centro espírita não está exercendo uma função mediúnica, mas está utilizando um fluido próprio, que integra o potencial curativo do seu organismo e do seu perispírito, e transmitindo a outros.

Da mesma forma ocorre no Reiki, No Johrey, na cura prânica, na polaridade, e em outras técnicas de cura por imposição de mãos. O Reiki possui uma ligeira diferença diante de outras abordagens do gênero: a energia irradia pelas mãos do curador não pertence ao mesmo, mas é proveniente de uma fonte cósmica, de onde jorra uma energia inesgotável e sutil, que é captada pelo reikiano pela simples intenção de se impostar as mãos e transmitir a energia cósmica.

A transmissão da energia magnética não passa de um indivíduo ao outro apenas pela imposição de mãos, ela também pode ser irradiada pelo olhar, por um gesto, pela simples presença e também a distância, não importa o quão longe esteja o curador do atendido.

Existem indivíduos que tem o dom da cura, e trazem as habilidades de cura de outras existências passadas. Outros curadores, no entanto, podem receber o treinamento adequado e se tornarem curadores. O Reiki é um bom exemplo de técnica de formação de curadores. Qualquer pessoa que passe pela iniciação do primeiro grau do sistema Usui de Cura Natural pode se tornar um curador. Outros, porém, podem não precisar de nenhuma preparação, e já terem sido treinados em vidas passadas, em escolas esotéricas e treinamentos em templos da antiguidade, onde se praticavam os ritos mistéricos.

Há um terceiro caso em que um espírito, antes de encarnar, aceita a missão de ser, na Terra, um médium de cura, e para isso ele precisa apenas ser um bom veículo de expressão para que os espíritos de luz trabalhem nele, a fim de levar a cura a milhares de indivíduos e expandir a espiritualidade. Os espíritos que escolhem essa missão na maioria das vezes possuem um débito kármico considerável. Por esse motivo, a providência divina os concede a oportunidade de se tornarem canais de cura dos espíritos superiores, para que assim possam reparar uma parte, ou até mesmo a totalidade do mal que fizeram em vidas passadas.

Dizem que a mediunidade é um karma, e isso está bastante correto. Os médiuns são, muitas vezes, os maiores devedores da espiritualidade. Mas Deus, em sua infinita bondade e sabedoria, concede o instrumento da mediunidade para o resgate destes espíritos no amor e na caridade, seguindo as leis divinas e se tornando um instrumento do plano divino aliviando a dor de milhares ou centenas de milhares de espíritos em estado de sofrimento.

Uma das grandes provações do médium de cura é não se deixar levar pelas tentações do orgulho e da vaidade. Quando o médium começa a ser solicitado, admirado, requisitado, começa a ser muito falado, fica famoso e muitos começam a adorá-lo como um ídolo, seu ego pode atrapalhar sua missão, e há uma grande chance dele cair, estragar tudo e perder uma valiosíssima oportunidade de redimir seu karma e, o mais importante, ajudar pessoas e participar ativamente da obra de Deus no mundo. Há muitos médiuns de cura que caíram por sua vaidade e perderam a oportunidade de expandir ainda mais seu trabalho. Quando isso ocorre, a plêiade de espíritos que o acompanhavam em sua missão deve procurar outro veículo disponível para o mesmo tipo de trabalho.

Os médiuns de cura mais conhecidos são:

Arigó: Foi o primeiro médium do Dr. Fritz.

João Berbel: Um médium de cura espírita que incorpora as entidades e faz cirurgias espirituais sem cortes.

João de Deus: Médium de Abadiânia que trabalha com cirurgias espirituais há quase 55 anos. Conhecido e aclamado no mundo inteiro por suas curas.

Waldemar Coelho: Médium que incorpora diversas entidades de médicos do espaço. Homem muito humilde e de bom coração. Trabalha há muitos anos ajudando as pessoas.

Edson Queiroz: Outro médium muito famoso do Dr. Fritz. Era médico e realizava cirurgias espirituais.

Rubens Faria: Também médium do Dr. Fritz. Ficou famoso realizando suas cirurgias espirituais no Rio de Janeiro no final dos anos 90. Ficou conhecido mundialmente e depois se afastou dos holofotes. 

Kleber Aram: O mais famoso médium do Dr. Fritz da atualidade. Um médium humilde, também terapeuta holístico, que atende principalmente em alguns Estados do Nordeste do Brasil. Médium muito aclamado pelas massas.

Autor: Hugo Lapa

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O que é a AURA?

 

A palavra aura vem do grego, e significa “brisa ligeira, sopro”. A aura é vista como uma espessa nuvem luminosa de cores e matizes distintos, com tonalidades, nuances e gradações de densidade variantes. Em esoterismo e espiritualismo, a aura é conhecida como um campo de energias magnéticas e sutis que envolvem o corpo físico dos seres vivos, dos animais, vegetais, minerais, átomos, planetas e galáxias. Nos seres humanos a aura consiste na expressão vibratória dos diversos veículos dentro de várias camadas de consciência. A aura não se irradia a partir do corpo físico, ela existe nos níveis sutis.


Os rosacruzes falam da aura como possuindo três níveis distintos e hierárquicos: aura física, aura emocional e aura espiritual. A aura física reveste o corpo físico; a aura emocional representa a expressão de nossas emoções traduzida em vibrações e numa sutil luminosidade; a aura espiritual abrange nossos níveis mais elevados de consciência, nossas cargas kármicas acumuladas e nossa interação com o cósmico.

Na iconografia cristã, encontramos na arte sacra as pinturas dos santos com um halo luminoso ao redor da cabeça. Esse halo de luz é uma indicação de sacralidade, pureza e autoridade divina. Essa é também conhecida como auréola ou nimbo, simboliza a glória do ser em sua totalidade. A imagem circular da auréola nos evoca o significado do simbolismo do círculo, que traz a ideia de totalidade, unidade, perfeição, universalidade etc. Clarividentes afirmam que a aura tem forma ovóide, o que nos remete a representação do ovo como gérmen simbólico da criação (Dicionário dos Símbolos).

Na yoga, a aura é associada a irradiação dos diferentes koshas, ou invólucros, chamados de corpos ou níveis de consciência. “São perfeitamente visíveis para a visão intensificada do yoguin, ou “olho divino” (divya-cakshus). Em sânscrito, as palavras que significam aura são chaya (“sombra”), prabha-mandala (“círculo radiante”) e dipta-cakra (“roda fulgurante”), sendo que as duas últimas se referem à luminosidade do campo de energia” (Feuerstein, 1997).

A aura humana pode irradiar uma quantidade significativa de intensidade de brilho e cores diferentes. Estudos psíquicos afirmam que as cores variam desde o marrom e negro, como uma sombra, até a luminescência do branco mais puro e cristalino. No Espiritismo, vemos uma referência semelhante “88-a. Esta flama ou centelha [do espírito] tem alguma cor? Para vós, ela varia do escuro ao brilho do rubi, de acordo com a menor ou maior pureza do Espírito.” Há nessa passagem uma ideia de um certo teclado, com níveis diferentes de variações da aura, “ela varia do escuro ao brilho do rubi”. Há uma noção de um espectro que corresponde a evolução de cada espírito e a estados emocionais e mentais.

Dentro desse espectro, encontramos várias cores, como amarelo, laranja, vermelho, azul, violeta, verde, dentre outras. Cada cor tem um significado especial e representa um conjunto de estados e qualidades humanas. Por exemplo, o vermelho pode indicar uma pessoa mais voltada para a sexualidade; o amarelo, uma pessoa mais intelectualizada, com grande atividade mental e racional; o negro representa um indivíduo extremamente negativo ou incrivelmente depressivo; o branco puro representa uma pessoa de altíssima espiritualidade, altruísta, caridosa, sábia e compassiva.

Uma disfunção física, com sintomas e doenças orgânicas impregna a aura física, tendo como conseqüência um bloqueio em nossas energias, uma diminuição do seu brilho, uma mudança de cores, dentre outras modificações. Um corpo físico debilitado produz uma aura debilitada; uma complicação emocional gera uma aura emocional enfraquecida, e assim por diante. O termo aura vitalis foi empregado por Jean Baptiste van Helmont para designar a fora que move, anima e ordena os elementos corpóreos e as funções vitais.

Videntes, clarividentes, médiuns, paranormais, meditadores, yogues, projetores conscientes e até pessoas comuns em estados de expansão psíquica podem visualizar a aura de pessoas e objetos. É possível conhecer o estado físico, emocional e espiritual de uma pessoa pela visão de sua aura. Diz-se que nas antigas escolas de mistério do Egito, os candidatos à iniciação eram colocados num local determinado e os hierofantes (mestres) daquela tradição ou fraternidade observavam o estado e as variações de sua aura. Eles faziam isso como forma de averiguar o estado interior do iniciando e aprovar sua honestidade, sinceridade e caráter.

Tanto na antiguidade das antigas Ordens quanto atualmente nas práticas psicoespirituais, como yoga, meditação budista e outras experimentações é possível desenvolver a sensibilidade psíquica que permite a visão da aura.


Autor: Hugo Lapa 
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terça-feira, 2 de julho de 2013

As conexões do Antahkarana


Antakarana significa caminho, ponte, fio condutor através do qual a nossa mente inteligente nos leva a níveis mais altos de consciência e de percepção.

O Antakarana é um antigo símbolo lemuriano de cura e meditação usado por alguns mestres no Tibet e na China. Possui um grande poder energético. Em sua presença, o fluxo de energia nos chakras é constante. Representa a conexão ativa entre o corpo físico e a alma, representando a capacidade restauradora e conservadora do organismo.

Este símbolo sagrado foi mantido escondido por milhares de anos e praticado por uns poucos que comprovaram seus efeitos. Agora chegou o tempo de divulgar esse conhecimento para que todos possam beneficiar-se de seus eflúvios.

É um símbolo multidimensional – O quadrado exterior é a dimensão física (material), o círculo interno a dimensão da alma, onde se localiza o ponto de conexão espiritual de três setes [7 x 3=21], formando uma lâmina giratória (sentido horário), que redireciona a energia vital, se expande no corpo físico e transfere para as criações materiais.


Em outra perspectiva, a figura central do Antakarana apresenta-se como um hexágono composto de seis triângulos equilátero, unidos em três losangos (que em cores primárias e secundárias revelam duas das quatro faces de três pirâmides, formando ao todo 12 faces) [6+3+12=21]

E, em outra perspectiva ainda, aparece como um cubo tridimensional, símbolo do mundo material criado pela alma para manifestação do Eu Superior. A energia se move das três dimensões visíveis para outras, acima, imperceptíveis ao olho humano.

Marcado pelos números três e seis em seus aspectos visíveis e permitindo várias decodificações, tornou-se um símbolo especial de cura, de manutenção da saúde e de amplificação dos efeitos de meditação, de trabalhos mágicos, de limpeza de energia negativa de objetos rituais, de harmonização de ambientes etc


Como cada pessoa tem sua própria perspectiva, o Antahkarana pode ser reproduzido e usado conforme a intuição de cada um, observando-se sua composição original. No Tibet e na China, é usado em duas formas: Antahkarana Yin e Yang. A forma Yang é mais recomendada para meditação e atividades tranquilas e Yin para as atividades que denotam esforço.

Os Antahkarana se prestam facilmente à experimentação, de modo que pode ser orientado para novos usos. Algumas pessoas têm silcado os desenhos em camisetas, outras os têm colocado na carteira, outros mais em seus sapatos (para ajudá-los a correr mais rápido e saltar mais alto). Pode ser gravado em papel adesivo e aplicado sobre um chakra ou sobre uma área que precisam de cura e de reforço imediato. E pode até ser usado como jóia (se feito em prata ou ouro).

O universo é cheio de surpresas e mistérios e nós devemos confiar somente na luz para, corajosamente, explorar a nossa verdadeira natureza. Assim, algo de valor incalculável será revelado. O Antahkarana é um símbolo que dá liberdade a todos. A pessoa pode beneficiar-se muito ao explorar ou testar a sua utilização.